Minha formação profissional sempre esteve ligada a aspectos tomados pelo viés da educação, notadamente a educação infantil. Sabemos que os anos iniciais, são fundantes da personalidade, portanto, estes anos, devem ser olhados com atenção e preenchidos com o afeto, afeto este que constitui um sujeito do mundo e para o mundo.
Observamos hoje, muitas teorias, receitas e manuais acerca de como educar um filho, no entanto, tais manuais, não abrangem as especificidades de cada criança, suas peculiaridades, bem como as particularidades de sua família. Será que temos o direito de formatar uma criança? Qual o melhor modelo? Existe uma regra?
Enfim... temos o dever de formar um sujeito, com o modelo que atender as necessidades daquela criança... Essa é a REGRA.
A criança deve ser valorizada por suas habilidades, por suas inclinações...
Deve ser desafiada e estimulada conforme suas potencialidades..
Deve ser amada pelo que pode OFERECER e com certeza oferece o SEU MELHOR.
Nossa ação deve ter a melhor INTENÇÃO, mesmo que não seja a melhor DECISÃO...
A MELHOR INTENÇÃO sobressai-se onde há o AMOR.
E, é neste lugar, o lugar do AFETO, onde encontramos o MATERNAR e o ACALENTAR.

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